IFPA Campus Belém inaugura o Laboratório de Pesquisa LAB3i e fortalece a inovação científica
O Instituto Federal do Pará (IFPA) Campus Belém celebra mais um importante avanço para a pesquisa científica e tecnológica com a inauguração do Laboratório de Pesquisa LAB3i, vinculado ao Grupo de Pesquisa SISTELI. O novo espaço será dedicado ao desenvolvimento de pesquisas, projetos de inovação e formação de estudantes e pesquisadores, contribuindo para a consolidação da cultura científica no âmbito institucional.
O LAB3i é liderado pelos professores Gilvan Borges, Gabryella Rodrigues, Jeferson Leite e Marcos Garcia, pesquisadores que vêm atuando de forma destacada na coordenação de projetos e na promoção de iniciativas voltadas ao desenvolvimento científico e tecnológico nas áreas de telecomunicações, iOT e sensoriamento remoto. A criação do laboratório representa um marco para o fortalecimento das atividades de pesquisa desenvolvidas pelo Grupo SISTELI, ampliando as condições para a realização de estudos, experimentações e soluções inovadoras voltadas às demandas da sociedade.
A estruturação do laboratório foi viabilizada por meio do apoio de projetos contemplados em editais externos e internos, com destaque para o financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o apoio institucional da Diretoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (DPPI) do IFPA Campus Belém. Esses investimentos demonstram a relevância das parcerias e das políticas de fomento à pesquisa para a ampliação da infraestrutura científica da instituição.
A inauguração do LAB3i evidencia a importância dos investimentos contínuos em ciência, tecnologia e inovação, promovendo um ambiente propício para a formação de recursos humanos qualificados, produção de conhecimento e desenvolvimento de soluções capazes de gerar impactos positivos para a comunidade acadêmica e para a sociedade.
Com iniciativas como esta, o IFPA Campus Belém reafirma seu compromisso com a excelência acadêmica e com o fortalecimento da pesquisa científica, reconhecendo que o incentivo aos grupos de pesquisa e a ampliação dos espaços laboratoriais são elementos fundamentais para o avanço do conhecimento e para o desenvolvimento sustentável da Amazônia e do país
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