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Informe Saúde

Informe Saúde: Setembro Dourado, juntos contra o câncer infantojuvenil

  • Publicado: Terça, 08 de Setembro de 2020, 20h48
  • Última atualização em Terça, 08 de Setembro de 2020, 20h48
  • Acessos: 378

Durante o mês de setembro são realizadas campanhas de conscientização sobre o câncer infantojuvenil e a importância do diagnóstico precoce da doença com o intuito de aumentar as chances de cura, a sobrevida e garantir melhor qualidade de vida aos doentes. A cor dourada foi escolhida para lembrar que a vida de crianças e adolescentes valem ouro e devemos lutar por esta causa.

O câncer na criança e no adolescente representa de 1 a 3% de todos os casos diagnosticados, sendo estimado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), a ocorrência de mais de 12.000 novos casos ao ano na faixa etária de zero a 19 anos. No Brasil, assim como nos países desenvolvidos, o câncer representa a primeira causa de óbito por doença, entre as crianças e adolescentes de 1 a 19 anos de idade.

A doença está vinculada a uma multiplicidade de causas e alguns tipos de câncer a susceptibilidade genética tem papel importante. Os cânceres mais comuns em crianças e adolescentes são: leucemia, linfomas e tumores do sistema nervoso central.

Geralmente o câncer em crianças e adolescentes se apresenta com sinais e sintomas inespecíficos, pois se assemelham as doenças frequentes da infância. Assim, é muito importante que pais e responsáveis realizem consultas médicas periódicas em seus filhos para realização de diagnóstico precoce da doença.

Conheça abaixo alguns dos sinais e sintomas de alerta e mais frequentes no câncer infantojuvenil:

  • Palidezou fadiga persistente e inexplicadas;
  • Febre prolongada, sem causa identificada;
  • Crescimento do olho, podendo estar acompanhado de mancha roxa no local;
  • Leucocoria (reflexo branco na pupila);
  • Estrabismo, que surge repentinamente;
  • Caroço em qualquer parte do corpo, principalmente na barriga;
  • Dores nos ossos e nas juntas com ou sem inchaço;
  • Fraturas, sem trauma;
  • Manchas roxas e sangramento pelo corpo sem machucados;
  • Perda de peso;
  • Vômitos acompanhados de dor de cabeça, diminuição da visão ou perda de equilíbrio.

O tratamento e acompanhamento são realizados de modo individualizado e por equipe multiprofissional em centros especializados em oncologia pediátrica. 

 

Fonte

Instituto Nacional do Câncer (INCA)

Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)

Setor Ambulatorial - IFPA Campus Belém

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